"Ver o Mundo aos olhos de Deus"
- Karen Blixen
O Balonismo é uma modalidade aeronáutica ecológica,
recreativa e relaxante, em que se desfruta da sensação
de flutuar ao vento, sem destino definido, com a amplitude total
da paisagem. É, sem dúvida, a melhor expressão
de liberdade. Quando voamos, e admiramos o vasto horizonte que
se desenha à nossa volta, sentindo o silêncio absoluto,
perdemo-nos nas sensações vividas e sonhamos.
Voar num balão de ar quente é, de facto, uma experiência
única e aliciante que se quer repetir sempre. Venha voar
connosco e prepare-se para uma experiência inesquecível!!
O Clube de Balonismo da Caniçada-Gerês
O Clube de Balonismo (CB) da Caniçada-Gerês
está sedeado na Quinta da Caniçada, unidade
de Turismo Rural localizada a 50metros da Barragem da Caniçada,
no Parque Nacional da Peneda-Gerês.
O Clube possui três balões próprios,
embora os seus pilotos já tenham pilotado outros catorze
balões, tanto em Portugal, como Espanha, França
e Estados Unidos, onde representaram Portugal no maior encontro
de balões do mundo.
Os pilotos responsáveis são profissionais com
muita experiência acumulada que primam, sobretudo, pela
segurança de toda a actividade. Todos possuem brevet
emitido pela aeronáutica Portuguesa e Francesa.
Por isso, congratulamo-nos por termos vindo a ser patrocinados
por várias entidades e empresas com destaque para a
Galp Energia, desde 1997.
Passo a passo até chegar
às nuvens
O balão recreativo é constituído por
três elementos fundamentais: o cesto de verga, o –
envelope – de nylon (balão propriamente dito)
e, sobre o cesto o queimador (utilizado para aquecer o ar
dentro do envelope).
Os balões utilizados pelo CB estão equipados
com duplo queimador, e cada um deles possui um sistema concebido
especialmente para não assustar os animais, o que permite
sobrevoar áreas onde existe fauna sem a afectar.
A adrenalina começa ainda em terra, quando se espera
ansiosamente que o balão esteja pronto para a descolar.
Os preparativos para a aventura iniciam-se com a montagem
do queimador sobre o cesto que transportará os passageiros.
De seguida, estende-se o envelope no solo e insufla-se com
ar, utilizando o ventilador. O ar do interior do envelope
é, então, aquecido com a chama do queimador,
utilizando gás propano contido nas botijas.
Os passageiros entram no cesto, coloca-se o altímetro
e o variómetro, verificam-se os rádios, liga-se
o gps e, continua-se a aquecer o ar contido balão,
até que este se eleva iniciando-se, assim, a viagem.
O cesto leva de 4 a 5 passageiros para além do piloto.
Conduzir o balão não é uma tarefa fácil,
sendo necessária muita experiência, uma vez que
só se pode controlar a subida e a descida. A velocidade
e a direcção da deslocação ficam
à mercê do vento. Por isso, ao voar sentimo-nos
parte da natureza , deixamo-nos levar pelo vento e seguimos
caminho.
Como o balão voa ao sabor do vento, nunca há
a certeza do local onde se vai aterrar. O piloto só
consegue alterar a direcção do voo, alterando
a altitude podendo, assim, apanhar ventos com outras direcções.
Basicamente, é com uma boa avaliação
das condições meteorológicas e com procedimentos
atempados, que se ganham as competições que
são sempre de precisão sobre pontos definidos.
Para aterrar existem alguns parâmetros a considerar:
a velocidade e a direcção do vento, o espaço
no terreno, a ausência de obstáculos e um acesso
possível ao jipe e atrelado para proceder ao resgate.
Depois da aterragem será proporcionado um delicioso
“pic-nic”. O regresso é de jipe até
ao local onde os passageiros deixaram as suas viaturas.
Se a actividade decorrer no Gerês, e para os hóspedes
da Quinta da Caniçada, espera-nos um pequeno-almoço
à antiga portuguesa servido neste solar em pedra tipicamente
minhoto que lhe proporciona todas as mordomias e, se desejar
outras actividades. Senão repouse e deleite-se com
o envolvimento de todo o ambiente.
Existem dois tipos de voos possíveis: o voo cativo
e o voo livre.
A diferença em relação ao voo livre que
descrevemos acima, e o voo cativo, reside no facto de neste
o balão ficar preso ao solo por cabos com cerca de
30 metros de comprimento dando a possibilidade, a quem quiser,
de experimentar este tipo de voo, por um período aproximado
de 3 horas.
Este voo pode também ser realizado à noite
onde a chama do balão a ilumina num raio de 200 metros,
dando uma espectacularidade de grande impacto mediático.
Assim sendo, este tipo de acção destina-se
normalmente a empresas, entidades ou festivais que desejem
projectar o seu produto/serviço de uma forma distinta
e inovadora, até porque faz parte activa da animação
do local da acção.
Onde se pode fazer
As restrições para a prática do voo
livre depende de dois factores: o controle de tráfego
aéreo e zonas com falta de locais para a aterragem.
De um modo geral, a zona mais adequada, em Portugal continental,
é o Alentejo (Évora, Barragem do Alqueva,…).
Mas, por exemplo, sobrevoamos com frequência o Parque
Nacional da Peneda Gerês.
O voo cativo pode-se realizar em qualquer local desde que
possua o espaço de 50mx50m.
Qual a melhor altura do ano para
esta modalidade
Todo o ano, dependendo das condições meteorológicas.
Preços
O preço é de 1250 Euros + IVA por uma acção
de voo cativo em balão de ar quente. Cada acção
tem a duração de cerca de 3 horas. Como em cada
subida se pode mudar de passageiros, o número de participantes
nesta actividade dependerá do numero de pessoas que
se mostrem interessadas. Contacte-nos se necessitar de informações
mais detalhadas.
Vestuário Aconselhado
Roupa e calçado práticos e confortáveis,
adequados ao campo e época do ano.
Publicidade
Um estudo realizado pelo Instituto de Marketing Canadiano,
revelou que a publicidade feita nos balões capta 5
vezes mais a atenção do público que a
observa que a publicidade convencional devido, talvez, à
forma mais persuasiva de apresentação do produto
publicitado, que criará maiores laços afectivos
com o publico espectador.
Pelo potencial que consideramos ter este tipo de publicidade,
existe a possibilidade de colocar painéis publicitários
tanto no cesto como no próprio balão.
O nosso Clube, para além de organizar voos livres
para grupos até 50 participantes, organiza, também,
encontros de balões como por exemplo o Festival dos
Ventos/Galp Energia ( de 20 a 23 de Maio de 2004).
Os balões, no seu fabrico, são certificados
pela FAI (Federação Aeronáutica Internacional),
e para poderem operar são, sistematicamente inspeccionados
os pilotos, os balões e o seu equipamento, e exigidos
os respectivos seguros, pelas entidades com competência
para certificação dos balões.
Chamamos a atenção de que este Clube é
uma Associação sem fins lucrativos, o que origina
benefícios fiscais a quem nos patrocinar, ao abrigo
do Dec-Lei nº 74/99, de 16 de Março que aprovou
o Estatuto do Mecenato do Desporto.
Contactos
Rafael Mergulhão (Presidente e piloto do Clube)
Telm: 93 9037526
E-mail: clube.balonismo@gmail.com
Site: www.clubebalonismo.com
Fax: 21 7266619
E-mail: maisinfo@quintadacanicada.pt
Site: www.quintadacanicada.pt
(Somos a equipa de voo da GALP ENERGIA desde 1997).
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